LOCAIS: Diversos / PERSONAGENS: Cletus Styr

Preciso de um pouco da compreensão de vocês: ontem, fiz uma publicação descrevendo as personagens presentes no próximo trecho do Capítulo 01 e somente considerei as apresentações de Darvi Blake e do General Gerard Thomp, isto porquê havia pensado em trecho menor para postar; porém, a divisão dos parágrafos comprometeria o ritmo e a cadência dos acontecimentos iniciados nesta parte. Assim, antes de comentar sobre as cidades que serão mencionadas, apresentarei Cletus Styr, o Porta-voz de Portouro:

Cletus Styr é a personagem mais caricata que imaginei nos primeiros dias de imaginação – e continua sendo até agora. O conselho estava quase formado e eu precisava de uma relação antagônica com o General Gerard e foi nessa premissa que surgiu Cletus.

O porta-voz de Marlo Gulbak é excêntrico, presunçoso e prepotente dado à importância da cidade e do Conde que representa. Seus trejeitos são embebidos de pompa, o discurso rebuscado de enfeites e a língua, galhofa, afiada.

Cletus Styr vestia-se como duque, com roupas espalhafatosas e bufantes; portava-se como nobre, garboso, cheio de si e entupido de melindres; Fedia como a um cavalo.

Cletus, o representante da maior autoridade de Portouro, muito me impressionou durante o processo criativo, tanto que até o reservei para alguns capítulos a frente e, quando finalmente o escrevi, os acontecimentos foram surpreendentes, emocionantes, completamente inesperados para mim. Hoje, posso dizer que Cletus Styr foi minha pior melhor criação.

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O primeiro capítulo todo se passa em uma única sequência de acontecimentos em uma única cidade, a Cidade de Ardir já descrita na semana passada. Assim, não tenho outros locais para descrever, porém há citações nesse trecho que merecem explicação:

Como já mencionado, Demóstenes e o Rei Ughar Uhran investiram recursos na defesa cultural de Mansedes, isolando o reino de todo o continente ao subir O Grande Grande Muro de Contenção e isto tudo foi decidido após a invasão à Mesuran que será explicada em capítulos mais a frente.
Algumas cidades se tornaram chaves para o sucesso da conclusão dessa empreitada, dentre elas estão:

Portouro, Trisólis, Vinícola Sul, Quendime, Aruan, fronteiras de Mesuran, Silveiras e Porto do Cabo.

E o que estas cidades têm em comum?

Todas são equidistantes e distantam 100km linearmente entre si. Isto facilita a divisão da obra em várias empreitadas para que o tempo de conclusão seja inversamente proporcional ao número de pontos estratégicos de conclusão.

Como eu só uso o computador no trabalho, precisei escrever tudo às pressas porquê só tive tempo agora. Peço desculpas pela falta de revisão, mas espero que o conteúdo seja o suficiente para o entendimento do que está por vir amanhã.
Grande abraço a todos.

LOCAIS: Diversos / PERSONAGENS: Cletus Styr

PERSONAGENS: Darvi Blake e Gerard Thomp

No decorrer deste capítulo, a grande personagem é o conselho reunido à mesa de desjejum junto com o Rei Ughar Uhran. O grupo é formado por algumas personalidades responsáveis por informações ligadas diretamente à área de conflito entre a cidade de Portouro e o reino de Condril, todos reunidos às pressas para que uma estratégia de contenção fosse formulada.
Dentre eles, encontram-se o General Gerard Thomp (supremo comandante das tropas do reino de Mansedes e senhor de Minas Fartas), Cletus Styr (porta-voz do Conde Marlo Gulbak senhor de Portouro) e Darvi Blake (mestre de obras da empreitada do Grande Muro de Contenção em toda a extensão de Portouro).

No trecho que será publicado esta semana, Luniel introduz de forma natural o humilde e surpreendente Darvi Blake, um simples mestre de obras que se vê perdido entre a nobreza após improvável convocação para que explicasse diretamente para o Rei Ughar Uhran o progresso das obras do Grande Muro nas proximidades de Portouro.

Diferente dos outros dois convidados, Darvi Blake não possuía títulos, terras ou qualquer elevação social… Fora chamado por um motivo óbvio, confirmar a real situação da construção.

O enérgico General Gerard Thomp, conservador, machista e intolerante, dispensa apresentações neste primeiro momento; suas ações falam por si só e deixam claras as reais intenções de um homem devotado ao seu rei e amigo.

Quanto à Cletus Styr, figura única em Mansedes, este não aparecerá nas próximas linhas do Capítulo 01: Escolhas e Consequências.

Agradeço a todos pela paciência e pelas visitas nesses últimos dias e espero que todas estejam se divertindo como eu me divirto ao escrever para vocês.

Tenham todos uma excelente semana e até amanhã.

PERSONAGENS: Darvi Blake e Gerard Thomp

LOCAIS: Mansedes

(Peço desculpas por qualquer problema de formatação. Internet no computador não está colaborando, então tentei a sorte no celular. Um tiro no escuro!)
Postar Prelúdio;

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Planejar cronograma de publicações;

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Explicar como surgiu a ideia do livro;

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Apresentar personagens Capítulo 01 (Parte01) ;

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Contextualizar Cenário Capítulo 01 (Parte01);

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A história estava pronta em minha cabeça e em algumas poucas folhas de background escrito a mão. Personagens criavam vida independente de minha vontade e até travavam diálogos entre si; fui acometido por um bombardeio de cenas chaves durante banhos, refeições, aulas, trabalho e conversas (por vezes taxado de maluco por exclamações inesperadas). Tudo se encaixa, embora faltasse o elemento de coesão; faltava a sapata, a base, a sustentação. Eu não tinha um local. Faltava-me Mansedes.

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Meu primeiro contato com o enredo foi todo envolta de um cenário de RPG já consagrado, estabelecido e registrado; e tudo que eu não queria era pagar direitos autorais para publicar um livro (afinal, quem quer?).
Um dia, sentado no trabalho, rabiscava em uma folha em branco enquanto pensava incessantemente na necessidade de criar um ambiente para encaixar tudo aquilo que já estava transbordando das minhas ideias. Preguiçoso como sempre fui, rechaçava todos os pensamentos sobre criar um cenário inteiro desde o início. Situação política, econômica e social me arrepiavam só de cogitar o trabalho de criação. Determinar quadro militar? Deus, como eu queria fugir disso. Mas não havia escapatória: seria necessário criar. E assim foi feito. Os riscos em minha folha se transformaram na imagem acima e o primeiro passo fora dado.
Com as divisões físicas estabelecidas, a criatividade fluiu e as principais características foram definidas:

Mansedes é o último reino do continente e o mais próximo das terras estrangeiras;
Sua capital se chama Cidade de Ardir em honra à divindade que salvou o pequeno Ughar Uhran II (como comentado aqui); Extremamente rico em diversidades econômicas (extração de minérios ao norte, agricultura e pecuária fartas nas planícies centrais, viticultura ao sul e densa pescaria nos principais aquíferos);
Sua cultura é recém modificada após a absorção de elementos estrangeiros do Além-mar;
Faz fronteira com Condril e Cágeni que ainda mantêm a cultura tradicional do continente;

Após alguns dias de revisão e com a ajuda de uma linha do tempo, estruturei a história de Mansedes a partir dos acontecimentos de segregação continental. Com isto, foi necessário incluir alguns itens na figura inicial:

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As relações de Mansedes com os reinos vizinhos estão abaladas devido sua política de protecionismo à recém adquirida cultura (tudo em nome da saúde do pequeno príncipe). Muralhas foram erguidas, laços comerciais desfeitos e qualquer tipo de comunicação desestimulada. Mansedes se declarara um pedaço do exterior em meio à terras continentais. Um grito de independência.
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Amanhã, vocês poderão se situar pela primeira vez em um enredo vivenciado nesta terra que até pouco tempo atrás só existia em minha cabeça, pois, assim que se insere uma personagem que já vive em um ambiente imaginário o local também ganha cores, cheiros e sensações. Um mundo se cria!

LOCAIS: Mansedes

PERSONAGENS: Ughar Uhran e Demóstenes

Entreolharam-se com desconforto enquanto mirados pelos olhos felinos do rei […] A pele mais escura que a pele dos habitantes da capital, ombros largos e braços compridos capazes de alcançar qualquer inimigo [ …] Em seu rosto, características de predador. Olhos ameaçadoramente estreitos como um rasgo, com um misto entre bronze e ouro, atentos ao menor movimento. Orelhas curtas, queixo forte e um nariz reto e fino como em continuação de sua testa larga e proeminente. Aparentava estar constantemente com o cenho franzido, o que aumentava ainda mais a sensação de fúria. Um homem a temer, não fosse a cordialidade introduzida à família ao longo dos anos de diplomacia. Bárbaro por natureza, lorde por tradição.

Eis aqui o soberano de Mansedes: a adaptação de um Orc sanguinário em humano monarca.

A idéia de Ughar Uhran foi concebida também de uma campanha de RPG muito anterior à criação de Khalik. Nada mais natural em minha pequena mente que, se de um lado haveria o protagonista de uma história individual saído de meus backgrounds, do outro, deveria encaixar outra grande personagem que fosse responsável pelo rumo da história do reino de Mansedes. Assim, nascia (de parto intelectual muito menos doloroso) Ughar Uhran.

Ughar traz consigo sangue bárbaro de tribos das entranhas da Costa dos Mil Faróis, com corpo, membros e astúcia desenvolvidos para caçadas e, também, para as adversidades de uma vida selvagem; em seu rosto, olhos selvagens domados pelas últimas gerações que dominaram e se instalaram na corte da capital do reino, atual Cidade de Ardir.

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Demóstenes, o primeiro de Ardir, chegara ao reino de Mansedes há poucos anos, mesmo que, para Ughar Uhran, pareça que esse já se fazia presente desde sempre. Aparecera como um viajante às portas da capital, mas não como um maltrapilho qualquer, sujo e cansado das estradas. Surgira com pele clara de um banho perfumado e com o mesmo manto bem alinhado ao corpo. Apresentava uma proposta. Não. Uma salvação.

Demóstenes surgiu em um simples pensamento, a princípio sem ideia fundamentada, mas logo nas primeiras linhas transcorridas sobre o velho, sua função se desdobrou em minha mente. Estrangeiro, com a idade passada muitos anos da juventude, feições benevolentes, munido de palavras sábias e de muito bom senso, Demóstenes ganhou seu lugar na corte de Ughar. Trouxe para o reino uma nova cultura vinda do exterior. O além-mar! Apresentou a palavra de Ardir (divindade também estranfeira), o toque da prosperidade e da fartura.

O rei passava sérias dificuldades com a saúde de seu herdeiro (Ughar Uhran II) e não tinha mais a quem recorrer. Demóstenes aparecera em momento providencial. Salvou o menino com seus conhecimentos trazidos por anos de estudos das doutrinas de Ardir e, em troca, pedira nada além de gratidão. Ughar deveria celebrar e cultuar a imagem do Deus Salvador por todos os cantos em que tivesse poder. E, assim, inicia-se o período de Independência do reino de Mansedes; uma segregação do continente e de sua cultura.

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Bom, serão essas as personagens presentes na primeira parte do Capítulo 01: Escolhas e Consequências.

Espero ter conseguido explicar um pouco sobre o rei Ughar e seu conselheiro Demóstenes. Meu maior receio é deixar vocês perdidos na história, portanto, caso ainda fique alguma informação vaga, por favor (mas por favor mesmo), me avisem. Assim, poderei identificar os problemas e saná-los.

Como diz um antigo chefe “Engrenagem que não range não recebe óleo!”

Desejo a todos uma excelente semana e boas leituras.

PERSONAGENS: Ughar Uhran e Demóstenes

O começo

Nos últimos dias, li um pouco dos inúmeros blogs disponíveis no WordPress para entender um pouco de como funcionar a rotina de um blogueiro; um Benchmarking na blogosfera. Percebi que muitas dessas personalidades afloraram o desejo de escrever desde cedo e fiquei surpreso com o número expressivo de páginas de futuros brilhantes autores. Comigo foi um pouco diferente (apesar do Luniel ser escritor desde sua concepção).

Nem na infância, na adolescência ou, até mesmo, em épocas mais recentes, tive grandes aspirações às letras. Acreditava escrever bem (vá lá!), mas nunca o suficiente para encarar um projeto de livro. Achava loucura, genialidade e até milagre dar forma coesa e contínua a uma história costurada por parágrafos distintamente ligados. Fui escritor de backgrounds para RPG, mas só. Dedicava boas horas de finais de semana, pré início de campanhas, para criar a origem de personagens que viveriam pela minha interpretação. Ansiava pelo começo das aventuras para viver dentro da mente de uma pessoa que eu não poderia ser; fazer escolhas diferentes, rir, falar e pensar com outra cabeça. Assim foi com Galahill, Cannon Shuttleworth, Kwait, Luniel Alof e não seria diferente com Khalik Proteus. Aaah, o Khalik!

BG01Khalik Proteus foi criado para a campanha do lendário André Vodoo (do Multiverso Reverso) e, por se tratar deste Mestre, resolvi que deveria ser uma personagem diferente para que me desafiasse na interpretação; nada melhor do que criar um humano normal!

O resumo de tudo é: a campanha não aconteceu. Mas Khalik estava vivo em mente e pronto para viver além dela.

Meses se passaram e a sensação de estar desperdiçando uma boa história não me largava. Por mais clichê que um background de RPG pudesse parecer eu havia me apegado à toda a criação. Personagem principal, personagens secundários, motivações rasas e vazias (sim, afinal, deveria ser um início de campanha) e algumas tensões. Eu queria aquela história, queria vivê-la, queria desenvolver.

Khalik 01Khalik 02

Um dia, voltando do trabalho, pensei em Luniel Alof, meu antigo bardo controverso, porém ótimo escritor (ele, não eu). Luniel era contador de histórias, um falastrão com discurso verossímil. E eu gostava dele.

Por que não voltar a dar vida à minha odiada personagem (pelos outros) para poder soprar o barro de uma criatura inanimada, porém, não privada da sede pelo viver?

Eu tinha a idéia, a personagem, a história e o autor. Era o criador! Mas não poderia jogá-los em Faerûn; precisava de um lugar, precisava de um mundo. Precisei de Mansedes.

O começo

Tag: Liebster Award

Pessoas, boa tarde.

A Rebecca Veiga do Bagunça Perfeita me intimou a responder a Tag Liebster Award (11 coisas) que tem como divulgar mais do trabalho dos novos blogueiros.

liebster

Portanto, estas são as regras:

  • Escrever 11 fatos sobre você.
  • Responder as perguntas de quem te indicou.
  • Indicar 11 blogs com menos de 200 seguidores.
  • Fazer 11 perguntas para quem você indicar.
  • Linkar de volta quem te indicou.

11 fatos sobre mim:

  1. Sou paulistano, mas moro em Resende-RJ há mais tempo (muito mais tempo) do que vivi em São Paulo;
  2. Houve um hiato durante minha morada em Resende: fugi de casa e fui para no Ceará (e lá fiquei por dois anos);
  3. Já tenho 27 anos e uma careca com boas entradas;
  4. O que minha esposa não acha (sou casado);
  5. Tenho preguiça de cortar o cabelo e fazer a barba;
  6. Mas escovo os dentes e tomo banho direitinho;
  7. Só uso ZAAD (único perfume que ficou decente em minha pele);
  8. Luniel Alof era um personagem de RPG que ninguém gostava (morreu);
  9. Estou no último ano de Engenharia de Produção;
  10. Descobri que escrever é muito mais difícil que eu imaginava;
  11. Só que a história flui mais fácil também (eu sempre imagino as coisas errado).

Respondendo as perguntas do blog Bagunça Perfeita:

  1. Quantos livros você leu ano passado? Resposta: Foram 12 livros. Décimo segundo terminado em 31 de dezembro.
  2. Qual livro mais te emocionou em toda sua vida? Resposta: Chorei muito com “A menina que roubava livros”. Meu pai havia falecido há pouco mais de 3 meses.
  3. Você tem animais de estimação? Conte-me o nome! 😀 Resposta: Atualmente, estamos com 3 lindos cachorros: Tango, o sênior; Amy, a gorda; Negão, o negro!
  4. Qual é o seu artista (pode ser ator, escritor, cantor, pintor. Tudo está valendo!) favorito? Por que você gosta dele ou dela? Resposta: Pouco acompanho o mundo artístico, mas, recente, li Noite ilustrada do Thedy Corrêa, vocalista da banda Nenhum de Nós (único grupo que gosto de verdade) e gostei muito do livro. Então, posso dizer que gosto do Thedy em dois campos diferentes da Arte.
  5. O que você acha do BuzzFeed? Resposta: Buzz LightYear? (Sério, não tenho idéia do que seja).
  6. De que tipo de música você gosta? Resposta: Pouco gosto de música, mas ouço qualquer coisa dependendo do local. Churrasco pede samba. Balada vai qualquer coisa (eletrônica, forró, sertanejo, funk – que na verdade detesto). Para escrever, um pouco de Clássica vai bem; não que eu adore, mas ajuda a organizar o raciocínio.
  7. Tem Tumblr? Resposta: Não.
  8. Assiste séries de TV? Quais? Resposta: Só o básico. The Walking Dead, American Horror Story e Game of Thrones.
  9. Já chorou em algum filme? Resposta: Sou chorão. Lembro-me de chorar com Inteligência Artificial, Click, Walt nos bastidores de Mary Poppins e, recentemente, em O espetacular Homem-Aranha: A ameaça de Electro.
  10. Um sonho? Resposta: Ser neurocirurgião.
  11. Uma indicação (pode ser de qualquer coisa!)? Resposta: Livro: Flashforward – Sawyer, Robert J.

Lista de blogs que indico:

Caramba, todos os blogs que sigo saíram da lista da Rebecca. Vou procurar outros e logo atualizo:

E as 11 perguntas para os blogs:

  1. Qual sua intenção com o blog?
  2. O que te motiva a dar continuidade a ele?
  3. Além de blogger, quais são suas outras atividades?
  4. O que te motiva a manter estas atividades?
  5. Já viajou para o exterior?
  6. Feche os olhos. O que você mais quer neste momento?
  7. Qual sua primeira lembrança?
  8. Qual foi seu maior desafio?
  9. Está desenvolvendo um projeto? Qual?
  10. Qual o último livro que leu?
  11. Isso parece aqueles Cadernos de Enquete, né? (é o fim da criatividade).

Por fim, é isto. Prometo atualizar o post com os links de novos blogs.

Abraços.

Tag: Liebster Award

Como e quando:

Sejam todos bem-vindos: amigos, familiares, visitantes, curiosos e interessados.

Ontem, dei início ao uso desta ferramenta para auxiliar a conclusão do projeto literário a cerca da vida de Khalik Proteus; protagonista de Sangue, Suor e Dor do livro ainda sem título definido.

Completo, em março, um ano que escrevi as primeiras sentenças do Capítulo 01 (antigo Prelúdio) e, também, quatro meses que não desenvolvo nenhum material para incorporar ao conteúdo já elaborado. Isto porquê, em dezembro, submeti a primeira parte da história à análise de uma excelente crítica literária e ela me aconselhou a estudar outros autores para o amadurecimento da minha obra; portanto, a partir de hoje, irei me dedicar às revisões dos textos produzidos de acordo com o observado e tentarei publicar aqui no blog da seguinte forma:

  • Toda Quarta-Feira: Capítulos – Partes revisadas dos capítulos em ordem cronológica;
  • Toda Quinta-Feira: Projeto #462 – Exercícios literários do Bagunça Perfeita;
  • Toda Sexta-Feira: Informações – Informações adicionais sobre a obra;
  • Toda Segunda-Feira: Personagens – apresentação de personagens presentes na próxima sequência;
  • Toda Terça-Feira: Locais – apresentação de locais presentes na próxima sequência;

Desta forma, organizarei o cenário para futuras construções e facilitarei a vida de vocês para pesquisas em momentos de confusão (o que eu espero que não aconteça muito).

No mais, gostaria de agradecer a todos pela paciência e pela visita.

Desejo que todos se divirtam muito.

Abraços,

Fábio Abilel de Melo.

Como e quando: